14 de junho de 2011

Cada passo

É esperando o muito que se vive pouco
Cada gota, cada nuvem, cada pedaço
É parte do inteiro de quem dizem: louco
Por cada farelo, cada caco, cada estilhaço
Do desejo do plural vem o valor do singular  
E de cada peça, cada célula, cada bagaço
Pois chega longe quem não se priva de andar
Cada curva, cada trilha, cada passo

2 comentários:

  1. Este post de hoje está profundo, com um tom chicobuarquino e cheio de formosura, demais!

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  2. Mas a peça da Torre, no jogo de xadrez, é aquela que permite andar quantas casas se quiser na horizontal ou na vertical. Ou seja, ela, por vez, pode dar um passo ou quantos forem permitidos.
    E, ai meu deus!, a curva que ela pode tomar é apenas a de 90º! Uma curva perigosíssima!
    Mas, a mesma Torre, também ajuda a proteger o Rei! É a chamada jogada “Roque”, no xadrez.
    E qual a função da torre na arquitetura? Observação, não é verdade? É na torre que podemos observar a paisagem, a vida, o mundo.

    Enfim, que sejamos torres! Que observemos sempre! Ora para dar um passo; ora para dar mais de um passo. Que protejemos nosso Rei! Seja ele um Rei; seja ele uma Rainha.

    hahaha viajei!

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